Na Economia Mista, juntam-se dois princípios básicos: o liberalismo e o socialismo. O Liberalismo: com o qual se chegou a acreditar, por um tempo, que a mão invisível conseguiria resolver todos os problemas económicos de um país; O Socialismo: que optou por planejar, centralizadamente, todos os detalhes da vida económica dos países onde foi implantado.
A economia social de mercado busca um meio-termo entre o socialismo e o capitalismo, ou seja, é uma economia mista e objectiva que pretende manter altos índices de crescimento económico, baixa inflação, baixo desemprego, boas condições de trabalho e serviços públicos mediante a aplicação controlada da intervenção estatal.
Respeitando basicamente os livre - mercados a economia mista opõe se tanto às economias centralmente planejadas como ao capitalismo.
Nesta economia as pessoas têm liberdade para comprar, vender e ter lucros limitadas apenas, por regulamentos, impostos e taxas.
Papel do Estado na Ecónomia
Estado: comunidade humana fixada num território e que, dentro das suas fronteiras, institui uma forma de organização do poder político soberano com o fim de garantir a segurança, a justiça e o bem-estar económico e social. Com um papel de regulador, dinamizador e fiscalizador da actividade económica o estado deve garantir a eficiência e estabilidade da sua população. Funções do Estado: - Políticas - Sociais (promove a melhoria das condições de vida e de bem-estar da população) - Económicas (pretende-se que estabilize a economia e garanta o seu bom funcionamento, promova o crescimento e desenvolvimento económico) As empresas e o Estado: - Empresas públicas (a totalidade do capital é do Estado) - Empresas Mistas (associação de capitais públicos e privados) - Empresas Intervencionadas (empresas privadas em que o Estado intervém para apoiar a sua recuperação)
Contudo,
Nos dias de hoje a economia Portuguesa padece de excessivas intervenções directas e indirectas do Estado. Existem ainda empresas que apesar de formalmente em mãos privadas continuam a ser fortemente influenciadas pelo Estado, sujeitas a bloqueios, isto aplica-se também a pessoas individuais, com projectos ambiciosos e que não recebem o apoio do estado para a sua planificação.
Exemplos da intervenção do Estado na economia: Planeamento da actividade económica articulando diferentes políticas com vista a permitir não só o crescimento económico mas, sobretudo, o desenvolvimento global da sociedade; Políticas de educação e formação para que as pessoas estejam dotadas de competências para se integrarem nos mercados; Construção de obras estruturantes, os mais falados, aeroporto da OTA e o TGV e criação de parques industriais; Políticas fiscais (impostos) e monetárias(taxas de juro) levando os constituintes a aplicarem as suas economias; Da mesma forma, através de políticas fiscais e do sistema interno que o Estado influencia a entrada de capital externo na forma de investimento directo através do estrangeiro.As políticas fiscais e monetárias influenciam ainda a entrada de capitais externos na forma de remessas de imigrantes para reforço das economias internas do país.
Apoio a empresas privadas, facilitando créditos e baixos juros ou isentando-as de impostos; Repartição dos rendimentos e consequente combate `pobreza e exclusão social, isto aumenta o bem-estar da sociedade, diminuindo a criminalidade, melhoria da saúde pública e estabilidade social; Criação de condições para que o mercado funcione, regulando situações de concorrência imperfeita eliminando políticas de fixação de preços e eventuais barreiras à entrada e saída de empresas e produtos;
A análise da intervenção dos estado na economia, levou me a considerar alguns pontos em que o Estado ainda não consegue operar com eficiência, como é o caso da atribuição de subsídios e a imposição de impostos e de limites à iniciativa privada que distorcem os preços de mercado e a concorrência; o Estado tem operado como monopolista, o que se verifica na baixa produtividade que está inerente aos serviços públicos; a Função Pública como maior empregador, torna pouco aliciante o desenvolvimento de qualificações e de competências e o aumento da produtividade; Estes são apenas alguns exemplos, que levam a concluir que quanto mais peso o Estado tem maior é o risco de ineficiência nos vários sectores.
AVALIAÇÃO: É só este o trabalho produzido. Muito insuficiente.- lmadurei Nov 9, 2009
Economia Mista
O Liberalismo: com o qual se chegou a acreditar, por um tempo, que a mão invisível conseguiria resolver todos os problemas económicos de um país;
O Socialismo: que optou por planejar, centralizadamente, todos os detalhes da vida económica dos países onde foi implantado.
A economia social de mercado busca um meio-termo entre o socialismo e o capitalismo, ou seja, é uma economia mista e objectiva que pretende manter altos índices de crescimento económico, baixa inflação, baixo desemprego, boas condições de trabalho e serviços públicos mediante a aplicação controlada da intervenção estatal.
Respeitando basicamente os livre - mercados a economia mista opõe se tanto às economias centralmente planejadas como ao capitalismo.
Nesta economia as pessoas têm liberdade para comprar, vender e ter lucros limitadas apenas, por regulamentos, impostos e taxas.
Papel do Estado na Ecónomia
Estado : comunidade humana fixada num território e que, dentro das suas fronteiras, institui uma forma de organização do poder político soberano com o fim de garantir a segurança, a justiça e o bem-estar económico e social.
Com um papel de regulador, dinamizador e fiscalizador da actividade económica o estado deve garantir a eficiência e estabilidade da sua população.
Funções do Estado:
- Políticas
- Sociais (promove a melhoria das condições de vida e de bem-estar da população)
- Económicas (pretende-se que estabilize a economia e garanta o seu bom funcionamento, promova o crescimento e desenvolvimento económico)
As empresas e o Estado:
- Empresas públicas (a totalidade do capital é do Estado)
- Empresas Mistas (associação de capitais públicos e privados)
- Empresas Intervencionadas (empresas privadas em que o Estado intervém para apoiar a sua recuperação)
Contudo,
Nos dias de hoje a economia Portuguesa padece de excessivas intervenções directas e indirectas do Estado. Existem ainda empresas que apesar de formalmente em mãos privadas continuam a ser fortemente influenciadas pelo Estado, sujeitas a bloqueios, isto aplica-se também a pessoas individuais, com projectos ambiciosos e que não recebem o apoio do estado para a sua planificação.
Exemplos da intervenção do Estado na economia:
Planeamento da actividade económica articulando diferentes políticas com vista a permitir não só o crescimento económico mas, sobretudo, o desenvolvimento global da sociedade;
Políticas de educação e formação para que as pessoas estejam dotadas de competências para se integrarem nos mercados;
Construção de obras estruturantes, os mais falados, aeroporto da OTA e o TGV e criação de parques industriais;
Políticas fiscais (impostos) e monetárias(taxas de juro) levando os constituintes a aplicarem as suas economias;
Da mesma forma, através de políticas fiscais e do sistema interno que o Estado influencia a entrada de capital externo na forma de investimento directo através do estrangeiro. As políticas fiscais e monetárias influenciam ainda a entrada de capitais externos na forma de remessas de imigrantes para reforço das economias internas do país.
Apoio a empresas privadas, facilitando créditos e baixos juros ou isentando-as de impostos;
Repartição dos rendimentos e consequente combate `pobreza e exclusão social, isto aumenta o bem-estar da sociedade, diminuindo a criminalidade, melhoria da saúde pública e estabilidade social;
Criação de condições para que o mercado funcione, regulando situações de concorrência imperfeita eliminando políticas de fixação de preços e eventuais barreiras à entrada e saída de empresas e produtos;
A análise da intervenção dos estado na economia, levou me a considerar alguns pontos em que o Estado ainda não consegue operar com eficiência, como é o caso da atribuição de subsídios e a imposição de impostos e de limites à iniciativa privada que distorcem os preços de mercado e a concorrência;
o Estado tem operado como monopolista, o que se verifica na baixa produtividade que está
inerente aos serviços públicos;
a Função Pública como maior empregador, torna pouco aliciante o desenvolvimento
de qualificações e de competências e o aumento da produtividade;
Estes são apenas alguns exemplos, que levam a concluir que quanto mais peso o Estado tem maior é o risco de ineficiência nos vários sectores.
AVALIAÇÃO: É só este o trabalho produzido. Muito insuficiente.-